01 maio 2013

FALTA DE CRÉDITO

O que pensam os empresários das indústrias transformadoras sobre a origem das dificuldades com que se debatem:




 Afinal não é de falta de crédito que eles se queixam

25 abril 2013

25 de Abril de 2013

Só quem viveu de perto o 25 de Abril de 1974 compreende o verdadeiro significado desta esta imagem...

18 fevereiro 2011

Em Manam, capital do Bahrain.


Contestatários dormiam quando foram atacados pela polícia! 7 mortos e um numero não declarado de feridos !


Vamos ver como os EEUU reagem a este atropelo dos Direitos Humanos…
A Revolução já chegou aos Estados Unidos da América do Norte

Vejam só o que aconteceu quando, no estado de Wisconsin, quiseram retirar os direitos sindicais aos funcionários públicos.

11 novembro 2010


Na vanguarda da Europa



Andam por aí uns treinadores de bancada a dizer que se devia reduzir o peso do Estado na economia portuguesa, diminuindo drasticamente o número de deputados da Assembleia da República, fundindo uma série enorme de municípios e ainda mais juntas de freguesia!

Na minha opinião essas medidas lançariam no desemprego milhares de pessoas que hoje têm posição económica estável e que têm por hábito gastar os seus dinheiros em acessores-de-imagem, cabeleireiros, personal-trainers, mulheres-a-dias, jardineiros, restaurantes ou botiques da moda.

O Estado pouparia dinheiro, mas criar-se-ia desemprego em cadeia porque o número de pessoas em idade activa que são necessárias para produzir aquilo que é REALMENTE ESSÊNCIAL PARA VIVERMOS é muito pequeno, hoje em dia. A culpa é dos automatismos industriais e da supressão de postos de trabalho nos serviços usando as facilidades da Internet ou das comunicações por GSM ou via satélite.

Os últimos anos de “neo-liberalismo” foram uma fuga-para-a-frente dos decisores mundiais quando estes constataram a evidente verdade de que “o factor de produção mão-de-obra-humana é cads vez mais dispensável na produção de bens necessários à sobrevivência da espécie humana (bens e serviços)”.

A China parece ser um dos poucos países que está a olhar com discernimento para o futuro, um tempo de grandes clivagens, aonde emergirão duas únicas classes sociais, a dos poucos que têm emprego e ganham bem, e a dos muitos que estarão desocupados e viverão de subsídios de miséria. Estes últimos, que serão uma grande maioria, afluirão às lojas chinesas a comprar barato. É então que se vai perceber o porquê de na 2ª década do século XXI os chineses terem comprado portos de mar e centros logísticos de distribuição em muitas regiões periféricas do primeiro mundo. Em breve estarão em Sines e no Poçeirão...

Portugal já anda a fazer o ensaio geral desta nova forma de viver. Mais uma vez estamos na vanguarda da Europa!

08 novembro 2010

Resistir à crise




O Diário de Notícias de hoje dedica duas páginas centrais do jornal a uma notícia que mais parece um anúncio gratuito. Dá a conhecer lojas recentemente abertas, aonde é possível adquirir drogas legais (ditas alternativas) para quem não se quer dar ao trabalho (ou à ilegalidade) de procurar as ilegais.
Há os cogumelos que provocam alucinações, as drogas destinadas a “aguentar a noite toda”, e os afrodisíacos alternativos ao já clássico Viagra (mas mais baratos)… Tudo bem explicadinho, com preços e tudo!
E para que se não diga que a “notícia” apela ao consumo de drogas, aparece num cantinho da página uma entrevista de um responsável político dizendo que é preciso ter cuidado no consumo destas drogas, pois podem não ser seguras.
O Diário de Notícias, como órgão oficioso do Governo, devia ter mais cuidado com a forma como dá estas notícias. Ou então o jornal está a fazer mais um frete ao Governo, divulgando formas inovadores de resistir à crise: Comercializar e (ou) consumir drogas…

03 outubro 2010

Crise e "mercados"
Os “mercados” não são nenhuma entidade exotérica, são umas centenas de indivíduos, cujos nomes e moradas se podem escrever numa folha A4, em pitch 10, que montaram uma “estrangeirinha” mundial, baseada em taxas de juro baixas, que induziu os partidos do poder nos países democráticos a fazer obras faraónicas a crédito (para embasbacar o povo e para remunerar principescamente os seus acólitos e manter assim o poder).
Tudo muito semelhante ao que acontece com as famílias quando vêem o anuncio de um BMW e logo a seguir quanto custa por mês recorrendo ao crédito Cofidis (porque você merece!).
Ambos não querem saber como é que a história vai acabar, só querem pôr-se encima do BMW!
Em Portugal esta história começou com os governos de Cavaco. Nessa altura se alguém dissesse que o crédito ao consumo devia ser restringido, ou que só podia comprar casa própria quem tivesse disponível 20% do capital para dar de entrada, chamavam-lhe louco, ou até fascista!
O pior é que os “mercados” só deixaram ver o jogo quando o endividamento era tal que já era necessário contrair empréstimos para conseguir pagar anteriores empréstimos. A partir daí são os “mercados” quem põe e dispõe sobre quem governa os países “democráticos”, e não me venha cá o Sr. Silva Lopes atirar poeira para os olhos que a OCDE veio fazer um favor ao Sócrates. Ele bem sabe que o programa do PS foi escrito fazendo copy-past ao conjunto de recomendações da OCDE. O próprio Sócrates e sua equipa foram postos aonde estão por uma qualquer organização tão ligada ao “mercados” quanto a OCDE.
Venderam a alma ao diabo. Agora ele veio cobrar a factura…

02 junho 2010

Israel atacou barcos que navegavam para Gaza

E fez um vídeo que mostrou a todo o mundo.
"Quem se mete com o Estado de Israel, leva!" É isso que o vídeo quer dizer.
Gaza é a antecâmara da Grande Batalha, que se vai travar entre Judeus e Muçulmanos. Entre ambos os que adoram o Deus severo e vingativo do Antigo Testamento.
Será a batalha do poder económico aliado à tecnologia contra o poder religioso aliado ao fanatismo.

Pobres de nós, cristãos, agnósticos, ateus,
sem outra hipótese senão alinhar do lado dos judeus!

27 maio 2010

União de facto

Quand on aime on couche avec, et on marrie avec, aussi !

21 maio 2010

A professora posou nua

Os jornalistas correram a dar cobertura ao escândalo. Não repararam que estavam a trabalhar de borla para uma mega campanha publicitária, montada pela Play-Boy.
É que as vendas da revista andam muito por baixo, em Portugal.

30 janeiro 2010

Burka-de-ocultação-total

As feministas, isto é, um grupo de mulheres que não tiveram sucesso junto dos homens, têm uma visão muito distorcida da realidade. Por exemplo nunca repararam que a burka-de-ocultação-total é o símbolo do poder da mulher islâmica, e não o contrário. Eu explico:

Só as mulheres muito bonitas usam esta vestimenta. Não cabe na cabeça de nenhum marido muçulmano que seja casado com um camafeu, pedir-lhe que use burka-de-ocultação-total.

As mulheres que a usam são as mais apetecidas. Quando passam na rua, todos os homens olham, curiosos sobre as belezas que adivinham irem lá dentro. As outras mulheres, essas, olham invejosas e dizem “o meu marido nunca me pediu para usar aquilo”. No fundo, esta forma de vestir é a equivalente ocidental das maquilhagens caprichadas com mini-saia e soutien underbras. Com a vantagem para a burka, pois a sonho é muito mais poderoso que a realidade.

Os maridos destas mulheres estão sempre desertos para regressar a casa e poder desfrutar do fruto tão lindo e proibido, desejado por outros, mas que é só deles. Adulam as mulheres em cada hora, e agradecem a Alá a companheira que lhes deu.

Elas, ufanas de poder, atiram-lhes à cara: ou fazes o que quero, ou não dispo mais esta burka, nem de dia nem de noite!

Que homem poderá ser insensível a tão poderosa mensagem?

26 janeiro 2010

Os Juros da Dívida

Tudo está como dantes, no quartel de Abrantes.

As mesmas agências de rating que classificaram como bons produtos financeiros que eram tóxicos, são agora consideradas credíveis para classificar o bom estado ou mau estado das finanças públicas dos países que têm dívidas.

Vai-se a ver, e é tudo uma mistificação, para que os papalvos (como eu) aceitem de bom grado a canga que lhes querem por nas costas!

21 dezembro 2009

Casamento Gay

O casamento civil (como o contrato de trabalho), é um contrato económico que concede aos contratantes os direitos e deveres consignados na vasta legislação que o abrange.

O que está em causa no acesso ao contrato de casamento por parte de pessoas do mesmo sexo é, tão só, a possibilidade de, num só acto civil, ficarem os novos contratantes abrangidos por toda legislação associada a esse contrato, sem terem que redigir longos e inestéticos contratos escritos que a substituam.

Na prática, o facto de haver ou não a possibilidade de se efectuarem casamentos homossexuais não adianta nem atrasa nada na vida da sociedade portuguesa. Representa uma pequena diferença relativamente aos contratos parecidos que já hoje são possíveis.

Não pensem os homossexuais que, casando civilmente, obterão maior respeito ou mais dignidade. Basta olhar para a percentagem de casais homo espanhóis que o fizeram desde a data da publicação dessa lei em Espanha, menos de 1%! Eles bem sabem porquê! Quiseram ter a possibilidade de casar civilmente por uma questão fetiche relativamente à expressão semântica “casamento”. Eu explico;

Lá no fundo, sabem que um casamento entre duas pessoas que se amam, no sentido que se desejam sexualmente e tencionam desenvolver esse desejo em intensidade e fidelidade, só se consuma com o nascimento do primeiro filho.

Hoje, os casais heterossexuais juntam os trapinhos “a ver se dá”. Só casam depois de ela engravidar ou, na melhor das hipóteses, quando decidem “encomendar um bebé”. Isso acontece porque o preconceito associado ao desejo de virgindade antes do casamento deixou de existir, e muito bem!. Eles sabem que, casamento a valer, significa ser capaz gerar e criar filhos, que é a Missão Cumprida no ponto de vista biológico.

É por isso que a possibilidade do casamento gay, é só o inicio da igualdade entre casais homo e casais hetero. A seguir vamos assistir à luta pela adopção, que é uma caricatura da paternidade (pois não cumpre a missão), e depois ainda assistiremos à luta pela mudança de sexo de homens com implementação de úteros e tratamentos com hormonas que lhes permitam engravidar, e à luta simétrica, para mulheres que desejam ser pais.

Haja dinheiro na Segurança Social para subsidiar estas operações, em nome da felicidade das minorias!

20 dezembro 2009

Mais aquecimento global

Toda a gente acredita que não existe um plafond que limite o crescimento do PIB. Isso é verdade só porque o PIB é uma função linear do consumo de energia (PIB=a+b.Enrg).
Tudo o que consumimos é energia (tem incorporação de mais de 90% de energia fóssil). Desde a cadeira em que nos sentamos até à viagem que fazemos.
É naturalíssimo que os países em vias de desenvolvimento não vão na conversa de auto-limitar a emissão de gases com efeito de estufa (do CO2 ao Metano), gases esses cujas emissões são proporcionais ao consumo de energia, e portanto proporcionais ao PIB, ao desenvolvimento.
Não é de estranhar que os países desenvolvidos tentem apoderar-se dos recursos energéticos disponíveis para manter a sua preponderância. Porém como são “democracias ocidentais, cristãs” têm que justificar essa apropriação com propósitos altruístas, pois, como nos ensinou Jesus Cristo: O altruísmo é a forma mais inteligente de ser egoísta.

19 dezembro 2009

Salário mínimo

As micro-empresas empregam uma brasileira por 300 euros a qual não desconta para nada. O patrão está-se nas tintas para o salário mínimo.

As mini-empresas empregam 5 moldávos, que não descontam para nada, e 1 português que ganha o salário mínimo e faz descontos, e por isso substitui o patrão quando ele vai às compras. O patrão, por ser patrão, tem um BMW série 3, no nome da empresa, que custa 500 euros por mês. Diz ele que não troca por um Renault Megane (que custa a terça parte), porque é patrão, por questão de prestígio.

As médias-empresas têm 30 trabalhadores a ganhar o salário mínimo e a descontar. O patrão, a mulher e os dois filhos têm cada um o seu carro, Mercedes série S, Passat, e 2 Golf, todos no nome da empresa, em leasing, como se fossem equipamentos produtivos. Mais viagens, jantaradas etc.

Como pode esta gente aceitar um aumento de 25 euros no salário mínimo?

18 dezembro 2009

Aquecimento Global

Durante muitos anos muita gente acreditava quase cegamente em tudo o que os cientistas diziam, porque consideravam os cientistas imbuídos do primado da razão, segundo o qual não seria possível ter duas interpretações diferentes para o mesmo fenómeno natural.
Hoje, essas pessoas constatam, perplexas, que, relativamente a verdades que pareciam inquestionáveis, há cientistas que defendem o oposto: Que não houve holocausto, que a gripe A é inofensiva, que o aquecimento global não se deve à produção massiva de CO2, que nem sequer existe aquecimento global pois os dados científicos que suportam essa afirmação foram falsificados.
Por detrás de cada uma destas contradições giram grandes negócios: As indemnizações chorudas ao estado de Israel, o Tamiflu, os equipamentos para diminuir a produção de CO2 e a criação de justificações para implementação de medidas comerciais e financeiras que prejudicam os países em vias de desenvolvimento e favorecem os países que já se desenvolveram num contexto de produção descontrolada de lixo prejudicial ao planeta.
Deixemo-nos de hipocrisias. Quem está do lado de cá, dos países do 1º mundo, que alinhe com as interpretações que mais lhe convêm, quem está no outro lado da barricada que faça o mesmo. Guerra é guerra. Quem ganhar que sobreviva. É assim a Mãe Natureza.

02 dezembro 2009

Ateus

Um movimento ateísta português constituiu-se como pessoa-colectiva há cerca de 1 ano. Dá pelo nome de Portal Ateu. Procura agora apoio financeiro junto das entidades oficiais, para se expandir, para fazer coisas em prole do ateísmo. Considera, e muito bem, que não é fácil um cidadão dar a cara como ateu, dados os preconceitos religiosos ainda vigentes na nossa sociedade (Portugal, hoje), e que é preciso mudar este estado de coisas. Quem é ateu deve poder entrar de cabeça erguida em qualquer lado, em pé de igualdade com os católicos, os protestantes ou os muçulmanos.

Ora, os governos apoiam os agrupamentos de cidadão na proporção da sua dimensão, por questões eleitoralistas. Também apoiam grupos pouco numerosos desde que a actividade desses grupos represente uma mais-valia clara para a sociedade aonde estão inseridos (no ponto de vista dos governos, claro está). Ora as associações ateístas não parecem trazer mais-valias às relações sociais, por uma questão de preconceito religioso ou porque os governos consideram as igrejas (como associações) clubes que contribuem para a pacificação da sociedade, por fazerem as pessoas envolver-se em rituais e outras actividades que as distraem, desviando-as de actividades contestatárias do poder ou de actividades anti-sociais, como os grupos recreativos ou grupos desportivos.

Os “clubes” ateístas, porque combatem os preconceitos religiosos e lutam pela racionalização do comportamento humano, são considerados inimigos das igrejas, e isso representa uma menos-valia para a sociedade (pela lógica atrás exposta). Esta interpretação só lhes trará obstáculos no desenvolvimento das suas actividades. Obstáculos criados pelos poderes instituídos e pela oposição activa das organizações religiosas.

Vamos ver no que isto dará.

Viva o Portal Ateu!

26 novembro 2009

Poder Judicial

Espero que não seja vossa convicção profunda acreditar na independência do poder judicial face ao poder político e face ao poder económico, hoje, em Portugal.
Quem sabe ler as entre-linhas dos jornais e TVs já se apercebeu que está instalada uma guerra entre certos sectores da Justiça e a República. E que isto surgiu quando os privilégios de alguns magistrados foram ameaçados (ordenados, subsídios, carreiras, etc.). E que isto se avolumou graças à enorme ampliação que os órgãos de comunicação social deram às ferroadas na classe política (Casa Pia, Freeport, Socateiros). Não é a Justiça contra Sócrates, é a Justiça do lado do caso Moderna, caso BNP, etc, atacando a ResPública com Casa Pia, Freeport, etc.
E não estamos muito diferentes dos outros países do chamado Mundo Ocidental. Quando da eleição de Obama muitos comentadores perguntavam-se se o mandato dele teria pernas para andar com aquela composição do Supremo Tribunal de Justiça (aquele que colocou no poder Bush). Até nos States parece haver relação muito íntima entre a governabilidade e o apoio do Poder Judicial.
Moral de história: Estamos entregues à bicharada! (sempre estivemos só que agora nota-se mais!)