Eleições 2009
Estava previsto: A temperatura subiu no PS e a malta de esquerda votou BE. Quando arrefecer volta tudo à casa-mãe.
Estava previsto: O PS meteu o socialismo na gaveta e arrumou a casa para que o PSD tenha a possibilidade de a vir desarrumar. Desta vez, porém, não me parece que haja viabilidade para nova “democracia de sucesso”. Faltam uns milhões caídos do Céu por não terem unhas!
Estava previsto: Bush mandou por Socras, Obama mandou tirar, com a ajuda de Mário Soares!
Eu, por mim, vou acender o fogareiro ali no quintal. Vou comer umas sardinhas à maneira, encima do pão, com salada de tomates e pimentos, e vinhaça de Borba. Tudo está no seu lugar, graças a Deus!
08 junho 2009
04 junho 2009
Não Há Crise
A crise foi provocada, portanto nunca existiu. O Sistema Bancário Mundial encerrou um ciclo para fazer mais-valias e, como sempre, quem se lixa é o mexilhão. O futuro vai ser igual ao passado recente, a menos que se acabem com as regras de gestão do mercado de capitais que favorecem a concentração do Capital em grandes conglomerados como tem acontecido desde a 1ª Guerra mundial (Holdings grandes pequenas e médias, Holdings de holdings) tudo a especular para controlar as economias e através delas a soberania dos países. Quem tem poder para mudar este “status” é quem mais beneficia dele, é de esperar que se aplique aqui também a regra de Maquiavel “Quem parte e reparte e não guarda para si a melhor parte, ou é parvo ou não sabe da arte (de repartir)”. Isto é, só podemos esperar que mude algo para-inglês-ver, isto é, para que tudo fique na mesma.
A crise foi provocada, portanto nunca existiu. O Sistema Bancário Mundial encerrou um ciclo para fazer mais-valias e, como sempre, quem se lixa é o mexilhão. O futuro vai ser igual ao passado recente, a menos que se acabem com as regras de gestão do mercado de capitais que favorecem a concentração do Capital em grandes conglomerados como tem acontecido desde a 1ª Guerra mundial (Holdings grandes pequenas e médias, Holdings de holdings) tudo a especular para controlar as economias e através delas a soberania dos países. Quem tem poder para mudar este “status” é quem mais beneficia dele, é de esperar que se aplique aqui também a regra de Maquiavel “Quem parte e reparte e não guarda para si a melhor parte, ou é parvo ou não sabe da arte (de repartir)”. Isto é, só podemos esperar que mude algo para-inglês-ver, isto é, para que tudo fique na mesma.
05 maio 2009
Nós, os animais, somos máquinas de evitar problemas. Quanto mais informação temos sobre o mundo que nos rodeia maior é a lista de coisas que consideramos ter de evitar para nos darmos bem (para sobrevivermos). Por isso quanto mais sabemos menos arriscamos, mais condicionados estamos.
Quando o homem chegou às ilhas Galápagos apanhava os pássaros à mão, eles não fugiam, pois não sabiam que o homem era um terrível predador. Essas aves eram mais livres do que as outras que não ousam voar nem ousam pousar num raio de 100 metros de distância dos homens. Outra ilação que se tira é que quanto mais livres mais vulneráveis!...
Quando o homem chegou às ilhas Galápagos apanhava os pássaros à mão, eles não fugiam, pois não sabiam que o homem era um terrível predador. Essas aves eram mais livres do que as outras que não ousam voar nem ousam pousar num raio de 100 metros de distância dos homens. Outra ilação que se tira é que quanto mais livres mais vulneráveis!...
02 maio 2009
Magalhães
Mao Tse Tung não teria sobrevivido politicamente se não tivesse criado (ou encorajado a que nascesse) o Bando dos Quatro.
É tão mau não ter oposição como tê-la demais! É do primeiro mal que se queixa o PS. Eu sugeria que o PS dispensasse uns quantos boys (bastavam 4) para irem militar na oposição e assim elevar o nível do debate. Com este nível não vamos a lado nenhum!
Não me parece, no entanto, que o problema surgido com a publicidade ao Magalhães esteja só na autorização dos pais para usar a imagem dos filhos. Tenho a certeza que se essa autorização tivesse sido pedida tinha sido concedida (alguns pais até pagavam para ver lá os seus filhinhos). O problema é que mesmo sem autorização ninguém tem o direito de usar imagens recolhidas num contexto diferente da publicidade, para fazer publicidade. É uma artimanha ardilosa.
Mao Tse Tung não teria sobrevivido politicamente se não tivesse criado (ou encorajado a que nascesse) o Bando dos Quatro.
É tão mau não ter oposição como tê-la demais! É do primeiro mal que se queixa o PS. Eu sugeria que o PS dispensasse uns quantos boys (bastavam 4) para irem militar na oposição e assim elevar o nível do debate. Com este nível não vamos a lado nenhum!
Não me parece, no entanto, que o problema surgido com a publicidade ao Magalhães esteja só na autorização dos pais para usar a imagem dos filhos. Tenho a certeza que se essa autorização tivesse sido pedida tinha sido concedida (alguns pais até pagavam para ver lá os seus filhinhos). O problema é que mesmo sem autorização ninguém tem o direito de usar imagens recolhidas num contexto diferente da publicidade, para fazer publicidade. É uma artimanha ardilosa.
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Magalhães
29 abril 2009
Eu queria ser católico pra rogar a Nossa Senhora
Que me acuda nesta hora
Minha vida está pr’um fio, falta-me o ar.
Minha carne está revolta, não consigo respirar.
Ardo em febre, ai de mim que vou ao fundo,
já me sinto a chegar a outro mundo.
Roga por mim, Mãe Santa dos aflitos,
ao criador que sempre ouviu meus ais e gritos.
Que eu sinta a brandura de teu amplexo, de teu amor.
Acalma meu ser, alivia minha dor…
Mas não sou católico, me lembro agora…
só posso valer-me da razão,
e imploro à minha carne, a meu sangue, sem demora
que sigam as leis da criação
Hé células, aminoácidos, membranas, cartilagens!
Não vos deixeis derrotar, expulsai venenos, micróbios inimigos!
Lembrai-vos dos ensinamentos herdados, de vossos códigos antigos
Vamos viver, não vamos morrer nestas paragens…
Que me acuda nesta hora
Minha vida está pr’um fio, falta-me o ar.
Minha carne está revolta, não consigo respirar.
Ardo em febre, ai de mim que vou ao fundo,
já me sinto a chegar a outro mundo.
Roga por mim, Mãe Santa dos aflitos,
ao criador que sempre ouviu meus ais e gritos.
Que eu sinta a brandura de teu amplexo, de teu amor.
Acalma meu ser, alivia minha dor…
Mas não sou católico, me lembro agora…
só posso valer-me da razão,
e imploro à minha carne, a meu sangue, sem demora
que sigam as leis da criação
Hé células, aminoácidos, membranas, cartilagens!
Não vos deixeis derrotar, expulsai venenos, micróbios inimigos!
Lembrai-vos dos ensinamentos herdados, de vossos códigos antigos
Vamos viver, não vamos morrer nestas paragens…
26 março 2009
19 abril 2008
Se for genuína, lamento a melancolia que impregna a sua crónica de 19.04.08.
Ela fez-me lembrar, por simetria:
“Eh, marinheiros, gajeiros! eh tripulantes, pilotos!…
Homens que dormem em beliches rudes…
Gente de boné de pala! gente de camisola de malha!…
Quero ir convosco, quero ir, convosco…”
Nem mais, a Ode Marítima!
Nela o Poeta exalta a luta pela sobrevivência, conhecedor que já era em 1915 de que afinal os homens são só bichos a tentar sobreviver, como os outros bichos.
Você, Joel Neto, confessa-se comovido e melancólico (isto é, paralisado) perante as formas de que se reveste essa luta (10 euros de gasolina, velho à procura do caminho para casa, operários que deixaram de ir a casa no Natal).
Essa melancolia atinge-nos a todos quando, ao virar da esquina, tomamos consciência da nossa fragilidade, da nossa precariedade.
Nesses momentos temos saudades do tempo em que estávamos dentro do ventre da nossa mãe, aonde tudo nos era dado e nada nos era pedido em troca.
Nesses momentos choca-nos constatar a realidade de termos que lutar para sobreviver, como era antigamente na Selva, com a agravante de hoje a selva ser de betão e asfalto, e os nossos predadores já não serem tigres, leões ou cobras venenosas, mas sim bichos muito mais perigosos e sofisticados; serem os próprios homens!
Mas como dizem os gurus da Gestão:
“devemos encarar as adversidades como desafios para vencer e nunca como um caminho para a derrota”, nem que para isso, digo eu, tenhamos que tomar antes um cálice de absinto (como fazia o Poeta) ou meio comprimido Prozac (como se faz nos tempos modernos).
Ela fez-me lembrar, por simetria:
“Eh, marinheiros, gajeiros! eh tripulantes, pilotos!…
Homens que dormem em beliches rudes…
Gente de boné de pala! gente de camisola de malha!…
Quero ir convosco, quero ir, convosco…”
Nem mais, a Ode Marítima!
Nela o Poeta exalta a luta pela sobrevivência, conhecedor que já era em 1915 de que afinal os homens são só bichos a tentar sobreviver, como os outros bichos.
Você, Joel Neto, confessa-se comovido e melancólico (isto é, paralisado) perante as formas de que se reveste essa luta (10 euros de gasolina, velho à procura do caminho para casa, operários que deixaram de ir a casa no Natal).
Essa melancolia atinge-nos a todos quando, ao virar da esquina, tomamos consciência da nossa fragilidade, da nossa precariedade.
Nesses momentos temos saudades do tempo em que estávamos dentro do ventre da nossa mãe, aonde tudo nos era dado e nada nos era pedido em troca.
Nesses momentos choca-nos constatar a realidade de termos que lutar para sobreviver, como era antigamente na Selva, com a agravante de hoje a selva ser de betão e asfalto, e os nossos predadores já não serem tigres, leões ou cobras venenosas, mas sim bichos muito mais perigosos e sofisticados; serem os próprios homens!
Mas como dizem os gurus da Gestão:
“devemos encarar as adversidades como desafios para vencer e nunca como um caminho para a derrota”, nem que para isso, digo eu, tenhamos que tomar antes um cálice de absinto (como fazia o Poeta) ou meio comprimido Prozac (como se faz nos tempos modernos).
O Novo Testamento é tão somente um conjunto de conselhos destinados a explicar aos homens uma forma inovadora e vantajosa de jogar o jogo "Dilema do prisioneiro".
Todos os seres vivos que de alguma forma trocam informação entre si, jogam constantemente este jogo. Os seres mais inteligentes aprenderam, com a prática, que a estratégia mais segura para actuar neste jogo é a de "trair sempre", pois os ganhos assim obtidos podem ser poucos mas nunca se corre o risco de tudo perder. (algumas vezes esta estratégia revela-se altamente lucrativa).
Porém, na convivência dos homens em sociedade, esta estratégia não é a melhor, pois constata-se que "fazer o bem sem olhar a quem" é, no longo prazo, mais lucrativo que o clássico "olho por olho, dente por dente".
Está provado cientificamente que o egoísmo é a arma mais poderosa que todo o ser vivo dispõe na luta pela sobrevivência. Por isso é legítimo afirmar que a mensagem central do Novo Testamento pode ser hoje enunciada como: "O altruísmo é a forma mais inteligente de ser egoísta".
Os sábios que deram a redacção final aos evangelhos da Igreja Romana, no tempo do Imperador Constantino, tiveram a tarefa enorme de imaginar a forma de transmitir esta mensagem para ser assimilada por toda a gama de estados culturais dos crentes. Esse foi o grande desafio da Igreja, e o grande desafio dos papas que quiseram adaptar essa mensagem aos tempos em que viveram. A tarefa não foi fácil, como se sabe. Para Bento XVI também não está a ser.
Todos os seres vivos que de alguma forma trocam informação entre si, jogam constantemente este jogo. Os seres mais inteligentes aprenderam, com a prática, que a estratégia mais segura para actuar neste jogo é a de "trair sempre", pois os ganhos assim obtidos podem ser poucos mas nunca se corre o risco de tudo perder. (algumas vezes esta estratégia revela-se altamente lucrativa).
Porém, na convivência dos homens em sociedade, esta estratégia não é a melhor, pois constata-se que "fazer o bem sem olhar a quem" é, no longo prazo, mais lucrativo que o clássico "olho por olho, dente por dente".
Está provado cientificamente que o egoísmo é a arma mais poderosa que todo o ser vivo dispõe na luta pela sobrevivência. Por isso é legítimo afirmar que a mensagem central do Novo Testamento pode ser hoje enunciada como: "O altruísmo é a forma mais inteligente de ser egoísta".
Os sábios que deram a redacção final aos evangelhos da Igreja Romana, no tempo do Imperador Constantino, tiveram a tarefa enorme de imaginar a forma de transmitir esta mensagem para ser assimilada por toda a gama de estados culturais dos crentes. Esse foi o grande desafio da Igreja, e o grande desafio dos papas que quiseram adaptar essa mensagem aos tempos em que viveram. A tarefa não foi fácil, como se sabe. Para Bento XVI também não está a ser.
Há 20 anos, o Manolito, menino sérvio a viver na província do Kosovo, “chingava” o Tonico, menino albanês da sua turma. Chamava-lhe “albana”. Não sabia bem porque o fazia embora intimamente sentisse uma vaga ameaça por ter de conviver diariamente com tantos albaneses; os colegas da escola tinham todos 5 irmãos, ou mais, sem falar com “os que vinham a caminho”, bastava olhar para as mães deles, quase todas com grandes barrigas, esperando o fim das aulas, à porta da escola!
Que gente esquisita, dizia o Manolito; volta e meia atiram-se para o chão, virados para Meca. Nunca os vejo na missa!
Na turma do Manolito os miúdos eram todos brancos.
O racismo é uma reacção natural (porque determinada pela natureza biológica do ser). Tem a ver com a sensação de insegurança que sentimos quando temos que conviver com indivíduos que não partilham os nossos hábitos culturais e que concorrem connosco na disputa dos recursos disponíveis (alimentação, habitação, saúde, educação, etc.). É um sentimento de génese biológica que não ajuda à convivência pluricultural, sobretudo em territórios aonde os meios de sobrevivência atrás referidos são escassos.
Pregar contra o racismo, o ciúme, a inveja, etc, sem explicar como é que surgem e para que servem é como dizer ao menino que deve lavar as mãos antes de comer sem explicar porquê. Só dá para esquecer!
Que gente esquisita, dizia o Manolito; volta e meia atiram-se para o chão, virados para Meca. Nunca os vejo na missa!
Na turma do Manolito os miúdos eram todos brancos.
O racismo é uma reacção natural (porque determinada pela natureza biológica do ser). Tem a ver com a sensação de insegurança que sentimos quando temos que conviver com indivíduos que não partilham os nossos hábitos culturais e que concorrem connosco na disputa dos recursos disponíveis (alimentação, habitação, saúde, educação, etc.). É um sentimento de génese biológica que não ajuda à convivência pluricultural, sobretudo em territórios aonde os meios de sobrevivência atrás referidos são escassos.
Pregar contra o racismo, o ciúme, a inveja, etc, sem explicar como é que surgem e para que servem é como dizer ao menino que deve lavar as mãos antes de comer sem explicar porquê. Só dá para esquecer!
02 abril 2008
Dá-me o telemóvel
A professora esteve mal, pois deixou que o confronto físico se estabelecesse. Como responsável pela disciplina dentro daquela sala, devia ter ordenado à aluna que pusesse o telemóvel encima da secretária do prof. para aí ficar até ao fim da sala. Se a aluna recusasse dava-lhe ordem de expulsão da sala. Essa ordem é essencial para que volte a reinar a disciplina a seguir a uma dupla desobediência (não entregar o telemóvel e recusa de sair da sala).
O prof. perde a razão sempre chega ao contacto físico com o aluno que quer dominar. Pois o aluno pode dizer "não lhe admito que me toque", com razão! E perde a razão sempre que necessita de gritar para se fazer ouvir, pois isso é "não se dar ao respeito". Os jovens, mais que os adultos, farejam à distância as pessoas que não se dão ao respeito.
09 outubro 2007
"Por amor de deus" foi o seu último artigo que li, e terá sido por acaso, julgo, que não incluiu neste artigo a mais importante das invocações de Deus:
“Valha-me Deus!”.
No fundo, todas as que referiu estão contidas nesta, e não se trata de “invocação do santo nome de Deus em vão” pois Deus, “na sua bondade infinitamente grande” concedeu ao Homem o privilégio da vida (a probabilidade de um espermatozóide tomado ao acaso fecundar um óvulo é infinitamente pequena, como sabe) . O privilégio dizia eu, de viver no mundo aonde vigora a Lei (d’Ele).
Essa lei que foi escrupulosamente escondida nos tempos da Inquisição, mas que acabou por chegar ao conhecimento dos homens pelas bocas de Galileu, Newton, Darwin, Mme Curie, etc. etc. .
“Valha-me Deus!” é tão somente uma forma de exorcizar os maus desfechos possíveis da situação adversa que estamos a enfrentar quando invocamos a divina providência. Situação essa a que chegamos sempre na sequência de factos, todos eles condicionados pela inexorável regularidade e exactidão da Lei de Deus.
Quando um turista vai passar férias à Indonésia e se vê frente ao maremoto que avança na sua direcção, exclama “valha-me Deus!”. Que é como quem diz: “Já que a Lei da Deriva dos Continentes provocou um sismo e este uma onda gigante que se dirige na minha direcção, ó Deus!, faz com que a Tua lei que nos foi mostrada por Arquimedes se aplique agora ao meu corpo da forma mais favorável (para que não me afogue) e, quando eu for arrastado, faz com que a minha trajectória siga a tua Lei Normal das Probabilidades e que o meu caso se situe na borda do sino (forma do gráfico da Lei Normal) e do lado de gráfico mais favorável para mim. Isto é, faz com que eu “aterre” numa qualquer clareira enxuta, próximo do aeroporto aonde está o avião que me fará regressar a casa.”
Ter fé em Deus é crer sem haver nada que justifique essa crença. É acreditar que as coisas podem correr bem para o nosso lado, não obstante sabermos que, em média, isso não acontece (pois o mal existe). Por isso a fé, dizem os cristão, é um dom de Deus, ou seja, a capacidade construída pelo próprio quando tem tendência (genética ?) para isso.
Eu também não gosto de associações, clubes, igrejas. Mas gosto de religiões.
Uma coisa são os rituais de uma religião, criados por uma igreja (isto é um clube de pessoas), outra coisa são os ensinamentos dessa religião, o seu conteúdo cultural.
Os ensinamentos das religiões são sempre ditames dirigidos aos homens, que lhes ensinam o caminho para melhor sobreviverem em sociedade. Ensinam formas de superar a lógica do Dilema do Prisioneiro.
“Valha-me Deus!”.
No fundo, todas as que referiu estão contidas nesta, e não se trata de “invocação do santo nome de Deus em vão” pois Deus, “na sua bondade infinitamente grande” concedeu ao Homem o privilégio da vida (a probabilidade de um espermatozóide tomado ao acaso fecundar um óvulo é infinitamente pequena, como sabe) . O privilégio dizia eu, de viver no mundo aonde vigora a Lei (d’Ele).
Essa lei que foi escrupulosamente escondida nos tempos da Inquisição, mas que acabou por chegar ao conhecimento dos homens pelas bocas de Galileu, Newton, Darwin, Mme Curie, etc. etc. .
“Valha-me Deus!” é tão somente uma forma de exorcizar os maus desfechos possíveis da situação adversa que estamos a enfrentar quando invocamos a divina providência. Situação essa a que chegamos sempre na sequência de factos, todos eles condicionados pela inexorável regularidade e exactidão da Lei de Deus.
Quando um turista vai passar férias à Indonésia e se vê frente ao maremoto que avança na sua direcção, exclama “valha-me Deus!”. Que é como quem diz: “Já que a Lei da Deriva dos Continentes provocou um sismo e este uma onda gigante que se dirige na minha direcção, ó Deus!, faz com que a Tua lei que nos foi mostrada por Arquimedes se aplique agora ao meu corpo da forma mais favorável (para que não me afogue) e, quando eu for arrastado, faz com que a minha trajectória siga a tua Lei Normal das Probabilidades e que o meu caso se situe na borda do sino (forma do gráfico da Lei Normal) e do lado de gráfico mais favorável para mim. Isto é, faz com que eu “aterre” numa qualquer clareira enxuta, próximo do aeroporto aonde está o avião que me fará regressar a casa.”
Ter fé em Deus é crer sem haver nada que justifique essa crença. É acreditar que as coisas podem correr bem para o nosso lado, não obstante sabermos que, em média, isso não acontece (pois o mal existe). Por isso a fé, dizem os cristão, é um dom de Deus, ou seja, a capacidade construída pelo próprio quando tem tendência (genética ?) para isso.
Eu também não gosto de associações, clubes, igrejas. Mas gosto de religiões.
Uma coisa são os rituais de uma religião, criados por uma igreja (isto é um clube de pessoas), outra coisa são os ensinamentos dessa religião, o seu conteúdo cultural.
Os ensinamentos das religiões são sempre ditames dirigidos aos homens, que lhes ensinam o caminho para melhor sobreviverem em sociedade. Ensinam formas de superar a lógica do Dilema do Prisioneiro.
25 setembro 2007
Mais uma vez fiquei desapontado com a ligeireza demonstrada no seu artigo sobre a homo fobia, no DN de passado dia23/set..
Você confunde amor com sexo logo no primeiro parágrafo. É com esta falácia que se vão enganando os incautos, e quase ninguém desfaz o equívoco, tão grande já se tornou o loby gay.
Se a sua amiga A se apaixonou pela senhora B (ou menina ou “madura”) é porque deseja ter sexo com ela. Como nos heterossexuais.
A paixão amorosa, como explica o interessante artigo da National Geograthic de Fevereiro 2006, é um assunto exclusivamente relacionado com a procriação, portanto com sexo, gestação, criação dos filhos.
A paixão amorosa de um ser humano por outro do mesmo sexo é um engano, uma armadilha dos sentidos, que faz sentir a quem está apaixonado ser o outro o parceiro ideal para a reprodução. Esta afinidade não tem nada de racional. Tem origem num complexo código de sinais, cheiro, tacto, gestos, posturas, que atrai uma pessoa para outra do sexo oposto de uma forma semelhante ao conhecido mecanismo do cio nos animais. A paixão homossexual só acontece porque não está implementado o mecanismo do cio e porque há pouca diferenciação entre o corpo de homem e da mulher e a satisfação do impulso sexual de um indivíduo faz-se de uma forma satisfatória independentemente do sexo do parceiro com que se relaciona. É a lei da Carne. Nunca lhe conteceu sentir aquela perna gostosa encostada à sua, numa enchente do Metro, não pertencer à pessoa que esperava?
Os homofóbicos são pessoas intolerantes. Só pela intolerância são criticáveis. Mas estão certos quando avaliam negativamente a atitude demissionária de quem aceita viver no engano. Por não ter sabido relacionar-se com o sexo oposto, ou por facilitismo (é tão mais fácil a relação sexual com indivíduos do mesmo sexo!, é tão imediata a compreensão do corpo do outro!, é tão mais seguro evitar os filhos indesejados!, é tão protector fazer parte do clube!).
Para mim os homossexuais têm os mesmos direitos de toda a gente. Todas as relações sexuais são legítimas desde que não haja oprimidos, não haja violência. È o direito ao prazer que está em causa. Mas não tenham orgulho nisso, por favor!. Não se ponham aos beijinhos na boca no meio da rua! Tornam-se ridículos como aquele louco que pôs uma bola de bilhar dentro de uma gaiola e sentou-se à espera que ela cantasse!. Depois dizem que a sociedade não os compreende!
Você confunde amor com sexo logo no primeiro parágrafo. É com esta falácia que se vão enganando os incautos, e quase ninguém desfaz o equívoco, tão grande já se tornou o loby gay.
Se a sua amiga A se apaixonou pela senhora B (ou menina ou “madura”) é porque deseja ter sexo com ela. Como nos heterossexuais.
A paixão amorosa, como explica o interessante artigo da National Geograthic de Fevereiro 2006, é um assunto exclusivamente relacionado com a procriação, portanto com sexo, gestação, criação dos filhos.
A paixão amorosa de um ser humano por outro do mesmo sexo é um engano, uma armadilha dos sentidos, que faz sentir a quem está apaixonado ser o outro o parceiro ideal para a reprodução. Esta afinidade não tem nada de racional. Tem origem num complexo código de sinais, cheiro, tacto, gestos, posturas, que atrai uma pessoa para outra do sexo oposto de uma forma semelhante ao conhecido mecanismo do cio nos animais. A paixão homossexual só acontece porque não está implementado o mecanismo do cio e porque há pouca diferenciação entre o corpo de homem e da mulher e a satisfação do impulso sexual de um indivíduo faz-se de uma forma satisfatória independentemente do sexo do parceiro com que se relaciona. É a lei da Carne. Nunca lhe conteceu sentir aquela perna gostosa encostada à sua, numa enchente do Metro, não pertencer à pessoa que esperava?
Os homofóbicos são pessoas intolerantes. Só pela intolerância são criticáveis. Mas estão certos quando avaliam negativamente a atitude demissionária de quem aceita viver no engano. Por não ter sabido relacionar-se com o sexo oposto, ou por facilitismo (é tão mais fácil a relação sexual com indivíduos do mesmo sexo!, é tão imediata a compreensão do corpo do outro!, é tão mais seguro evitar os filhos indesejados!, é tão protector fazer parte do clube!).
Para mim os homossexuais têm os mesmos direitos de toda a gente. Todas as relações sexuais são legítimas desde que não haja oprimidos, não haja violência. È o direito ao prazer que está em causa. Mas não tenham orgulho nisso, por favor!. Não se ponham aos beijinhos na boca no meio da rua! Tornam-se ridículos como aquele louco que pôs uma bola de bilhar dentro de uma gaiola e sentou-se à espera que ela cantasse!. Depois dizem que a sociedade não os compreende!
01 junho 2007
Cada vez entendo menos disto dos blogs, agora não consigo comentar "post's" porque não reconhece a minha senha!
03 janeiro 2007
As Regras de S. Bento consideram que o Homem será feliz no dia em que for capaz de fazer só duas coisas; Trabalhar e Rezar.
Isto é, cultivar o exercício físico na procura do sustento (que dá saúde física) e PENSAR, que é sinónimo de rezar (que dá saúde mental).
Suponho que também lá deve dizer que esse pensar deve ser feito em ciclos diários (de preferência à noite antes de deitar) representando uma reflexão sobre o que se fez e o que se pretende fazer no dia seguinte, e em ciclos anuais, idem aspas para o período de um ano.
São os ciclos da qualidade (NP EN ISO 9001-2000); analisar o que se fez no passado, tentando encontrar os erros cometidos, e fazer projectos para o futuro, tentando nunca mais cometer esses erros.
O sentimento de responsabilidade que se vive entre o Natal e o Ano Novo só é mais forte porque pesa muito na nossa cabeça refectir sobre um tão longo intervalo de tempo - 365 dias - os passados e os futuros.
Isto é, cultivar o exercício físico na procura do sustento (que dá saúde física) e PENSAR, que é sinónimo de rezar (que dá saúde mental).
Suponho que também lá deve dizer que esse pensar deve ser feito em ciclos diários (de preferência à noite antes de deitar) representando uma reflexão sobre o que se fez e o que se pretende fazer no dia seguinte, e em ciclos anuais, idem aspas para o período de um ano.
São os ciclos da qualidade (NP EN ISO 9001-2000); analisar o que se fez no passado, tentando encontrar os erros cometidos, e fazer projectos para o futuro, tentando nunca mais cometer esses erros.
O sentimento de responsabilidade que se vive entre o Natal e o Ano Novo só é mais forte porque pesa muito na nossa cabeça refectir sobre um tão longo intervalo de tempo - 365 dias - os passados e os futuros.
18 setembro 2006
De tanto esperar, a bica arrefeceu
De esperar ainda mais, acabou por secar
A chávena jaz inerte no frio do mármore da minha mesa,
Símbolo da amizade perdida.
A Vida é sermos obrigados a descer este rápido
Sempre atentos à distância às margens
Com receio de encalhar
E, ainda assim, apreciamos os arvoredos ao longe
E o espelho das águas calmas que por momentos acontece
E as novidades das montras do El Corte Inglês
E a vitória inesperada no futebol
E continuamos a dizer, distraidamente:
Uma bica, por favor, cheia.
De esperar ainda mais, acabou por secar
A chávena jaz inerte no frio do mármore da minha mesa,
Símbolo da amizade perdida.
A Vida é sermos obrigados a descer este rápido
Sempre atentos à distância às margens
Com receio de encalhar
E, ainda assim, apreciamos os arvoredos ao longe
E o espelho das águas calmas que por momentos acontece
E as novidades das montras do El Corte Inglês
E a vitória inesperada no futebol
E continuamos a dizer, distraidamente:
Uma bica, por favor, cheia.
13 junho 2006
As orações invocam pensamentos positivos. Quando as recitamos o nosso corpo prepara-se para a realização de coisas gratificantes, a tensão nervosa acalma, a ansiedade quanto às dificuldades do futuro abranda.Enquanto a mente se dedica a pensamentos positivos, os pensamentos negativos são relevados para planos secundários da consciência. On voi lá vie em rose!
Por isso, se algo de muito negativo nos acontece de repente, provocando o alvoroço dos sentidos, o acelerar das pulsações, os suores frios, nesse instante devemos rezar: Ave Maria cheia de graça ...
Se conseguirmos recitar essa oração, todo o corpo de acalma, criando espaço e tempo para a reorganização das forças que nos estão a faltar para fazer face à adversidade.Admito, na minha qualidade de ateu, que o mesmo efeito se obterá se recitarmos: Um dó li tá, cabeça d' amenduá, um cloreto soloreto...
O que interessa é dominar os sentidos através do afastamento dos pensamentos negativos, que se faz invocando pensamentos neutros (neste caso) ou positivos (no caso da oração).Quem não consegue fazê-lo é invadido pelos pensamentos negativos, em cascata.
Por isso, se algo de muito negativo nos acontece de repente, provocando o alvoroço dos sentidos, o acelerar das pulsações, os suores frios, nesse instante devemos rezar: Ave Maria cheia de graça ...
Se conseguirmos recitar essa oração, todo o corpo de acalma, criando espaço e tempo para a reorganização das forças que nos estão a faltar para fazer face à adversidade.Admito, na minha qualidade de ateu, que o mesmo efeito se obterá se recitarmos: Um dó li tá, cabeça d' amenduá, um cloreto soloreto...
O que interessa é dominar os sentidos através do afastamento dos pensamentos negativos, que se faz invocando pensamentos neutros (neste caso) ou positivos (no caso da oração).Quem não consegue fazê-lo é invadido pelos pensamentos negativos, em cascata.
31 maio 2006
Os sentimentos são ferramentas emocionais, inatas, postas à disposição do indivíduo pelo corpo (independentes da vontade). São utilizadas para restabelecer o equilíbrio emocional com o meio envolvente. São ferramentas para a sobrevivência.
O ciúme surge no corpo (nós sentimos e pensamos com o corpo) espontaneamente, sempre que o indivíduo percepciona um desequilíbrio desfavorável para si (desvio negativo) num afecto que considera importante para a sua sobrevivência.
O ciúme, como os outros elementos de regulação nos organismos vivos, gera um fed-back de realimentação positiva (no sentido de repor o equilíbrio).
Faz repensar a relação com o ente amado abrindo portas a comportamentos correctivos; como alteração da forma de relacionamento com ente amado, a renegociação dessa relação, ou outras acções que conduzam ao equilíbrio afectivo. Esses comportamentos são a realimentação do sistema no sentido de anular o desvio.
Porém, o sistema só converge para o equilíbrio (nível de afecto desejado, neste caso) quando a intensidade da realimentação não excede determinado valor (limiar de convergência).
Diz-se que um individuo tem muito ciúme de um irmão relativamente à mãe, por exemplo, quando a intensidade das acções por si tomadas no sentido de repor a “legalidade” do afecto da mãe, é muito grande – dá muito nas vistas – é desproporcionado.
Quando a intensidade da realimentação excede o limiar de convergência, o sistema de regulação diverge em vez de convergir. Isto é, o resultado obtido é e afastamento do ponto de equilíbrio.
Quantas mais acções de realimentação tidas acima do limiar de convergência mais afastados estamos do equilíbrio.
Por exemplo um homem que matou a mulher por ciúme (em 2005 registaram-se 33 casos em Portugal): Começou par agredi-la verbalmente (acção de intensidade acima do limiar) que provocou uma reacção negativa por parte desta, que fez com que ele percepcionasse um afastamento do ponto de equilíbrio (alias real), que ele tenta corrigir batendo-lhe (nova realimentação ainda mais acima do limiar), que faz com que ela fuja de casa … etc. etc. numa escalada de actos falhados que só lançam mais lenha na fogueira que ele quer apagar. Quanto mais desviada do equilíbrio é percepcionada a relação mais intensas são as respostas, mais errado está o comportamento.
Saber como isto funciona talvez ajudasse os actores a resolver alguns casos de ciúme que por aí andam (aos ciumentos e aos ciumados…).
O ciúme surge no corpo (nós sentimos e pensamos com o corpo) espontaneamente, sempre que o indivíduo percepciona um desequilíbrio desfavorável para si (desvio negativo) num afecto que considera importante para a sua sobrevivência.
O ciúme, como os outros elementos de regulação nos organismos vivos, gera um fed-back de realimentação positiva (no sentido de repor o equilíbrio).
Faz repensar a relação com o ente amado abrindo portas a comportamentos correctivos; como alteração da forma de relacionamento com ente amado, a renegociação dessa relação, ou outras acções que conduzam ao equilíbrio afectivo. Esses comportamentos são a realimentação do sistema no sentido de anular o desvio.
Porém, o sistema só converge para o equilíbrio (nível de afecto desejado, neste caso) quando a intensidade da realimentação não excede determinado valor (limiar de convergência).
Diz-se que um individuo tem muito ciúme de um irmão relativamente à mãe, por exemplo, quando a intensidade das acções por si tomadas no sentido de repor a “legalidade” do afecto da mãe, é muito grande – dá muito nas vistas – é desproporcionado.
Quando a intensidade da realimentação excede o limiar de convergência, o sistema de regulação diverge em vez de convergir. Isto é, o resultado obtido é e afastamento do ponto de equilíbrio.
Quantas mais acções de realimentação tidas acima do limiar de convergência mais afastados estamos do equilíbrio.
Por exemplo um homem que matou a mulher por ciúme (em 2005 registaram-se 33 casos em Portugal): Começou par agredi-la verbalmente (acção de intensidade acima do limiar) que provocou uma reacção negativa por parte desta, que fez com que ele percepcionasse um afastamento do ponto de equilíbrio (alias real), que ele tenta corrigir batendo-lhe (nova realimentação ainda mais acima do limiar), que faz com que ela fuja de casa … etc. etc. numa escalada de actos falhados que só lançam mais lenha na fogueira que ele quer apagar. Quanto mais desviada do equilíbrio é percepcionada a relação mais intensas são as respostas, mais errado está o comportamento.
Saber como isto funciona talvez ajudasse os actores a resolver alguns casos de ciúme que por aí andam (aos ciumentos e aos ciumados…).
23 maio 2006
Um amigo do Sr. Villepin acusa anonimamente uma série de industriais e políticos de terem contas ilegais no estrangeiro – a lista anónima.
O Sr. Villepin encarrega um General de investigar o caso. O General é chamado a depor e tudo o que diz em segredo de justiça vai parar aos jornais.
O escândalo eminente parece abortar quando se sabe que a lista é falsa.
O escândalo reacende quando se suspeita que o Sr. Villepin utilizou a caso para desqualificar o seu adversário político, Sr. Sarkoze.
Resumo: O Primeiro Ministro de um dos países mais importantes da Europa, inventou um escândalo para tentar derrubar o seu Ministro do Interior!
Moral da história: 1- A Democracia Ocidental está doente, 2- O que se passa em Portugal com a Justiça é apenas um reflexo desse doença.
O Sr. Villepin encarrega um General de investigar o caso. O General é chamado a depor e tudo o que diz em segredo de justiça vai parar aos jornais.
O escândalo eminente parece abortar quando se sabe que a lista é falsa.
O escândalo reacende quando se suspeita que o Sr. Villepin utilizou a caso para desqualificar o seu adversário político, Sr. Sarkoze.
Resumo: O Primeiro Ministro de um dos países mais importantes da Europa, inventou um escândalo para tentar derrubar o seu Ministro do Interior!
Moral da história: 1- A Democracia Ocidental está doente, 2- O que se passa em Portugal com a Justiça é apenas um reflexo desse doença.
21 maio 2006
Com os avanços da medicina, já deve ser possível implantar um útero num homem e fazê-lo inseminar artificialmente. Depois injectando certas hormonas com uma máquina especial, o útero "pensa" que está implantado numa mulher, e prossegue o seu trabalho.Aparecerá sempre gente gritando pelo direito à reprodução assistida praticada em homens!A ética e a moral morreram. Dentro de pouco tempo passará a valer tudo!A culpa é da Ciência que, entrando na esfera da Vida, pensa que descobriu que os seres vivos são só máquinas e, como as outras máquinas, vale tudo para satisfazer os caprichos dos clientes.Haverá alguém verdadeiramente com necessidade de ter um Ferrari?
15 maio 2006
Um mar de gente em Fátima! A Fé move montanhas!
Deus queira que o Homem, no seu mórbido desejo de dominar as coisas da Natureza, para as pôr ao seu serviço, não se lembre de dominar também a Fé do Povo!
Quem sabe, usando as propriedades “milagrosas” das células estaminais do cordão umbilical, ou dos embriões congelados que sobraram de processos de inseminação artificial. As farmácias (algumas) vão passar a recolher alguns destes materiais biológicos! Cuidado!
Deus queira que o Homem, no seu mórbido desejo de dominar as coisas da Natureza, para as pôr ao seu serviço, não se lembre de dominar também a Fé do Povo!
Quem sabe, usando as propriedades “milagrosas” das células estaminais do cordão umbilical, ou dos embriões congelados que sobraram de processos de inseminação artificial. As farmácias (algumas) vão passar a recolher alguns destes materiais biológicos! Cuidado!
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