19 março 2015

Lista de contribuintes VIPs, o que é que achas?



Eu acho que deviamos ser todos vips, e que o acesso aos dados individuais só seria permitido com autorização expressa do próprio, mesmo para efeitos de fiscalização do contribuinte quanto ao seu grau de cumprimento dos deveres fiscais.
Este problema só se está a por realmente porque nunca antes assistimos a uma concentração de dados pessoais tão grande num só computador. Quem nos paga o ordenado, quem nos arrenda a casa ou empresta dinheiro para a comprar, que médicos frequentamos, ou supermercados, ou ginásios, ou escolas, ou restaurantes, ou o posto de gasolina, ou o mecânico, ou o cabeleireiro, e quanto gastamos neles. Tudo à distancia de um clic.
Se somarmos esta informação a outras também muito sensíveis, como os telefonemas que fazemos, as vezes que passamos na portagem da autoestrada, em que dias e a que horas; temos o mapa completo das nossas vidas ao dispor de funcionários muitas vezes sem formação e capazes de aspirar transformar esta informação em vantagens patrimoniais, tentados a vender esta informação (a esposa que deseja saber o que o marido faz, idem para o patrão / empregado, fornecedor / cliente, etc.).
Não é uma questão sem importância, e não é de fácil resolução.

15 março 2015

As mulheres são mais inteligentes que os homens


E porquê? porque durante milénios o caldo que mais se gastava lá em casa era o do homem musculado a tentar subjugar a mulher mais fraca. É sabido que a única forma de combater a força para quem não a tem é utilizar a manha .

Muito se engana quem pensa que as mulheres de burca que se veem passar nas ruas da Arábia são mulheres totalmente subjugadas pelos homens. Às vezes é bem ao contrário. Em sociedades aonde impera o preconceito é muito fácil dominar pela ameaça de humilhação, por exemplo.

No Portugal dos anos 50, lembro-me bem, era assim que elas traziam os homens de rédea curta...

06 março 2015

Riquezas nacionais, vendem-se...


 
 
 
Vendem-se estas obras de arte a quem der mais. É o que querem dizer estes filmes de propaganda.

O que está no Iraque é dos iraquianos, ninguém tem nada que opor-se a que as destruam ou vendam...

O que está em Portugal é dos portugueses, idem ráspas!

Estamos simplesmente face a uma forma diferente de por à venda as riquezas de um país. Diferente quando comparada com a que acontece por cá...

07 fevereiro 2015

Grécia


 
 
O Draggy diz que não lhes dá dinheiro recebendo como garantia os bilhetes do tesouro grego detidos pelos bancos gregos, mas isso é só para "inglês ver"! eles, gregos, têm pouco "papel" desse nos seus bancos. A maioria da dívida pública grega é detida pelos bancos alemães, franceses, ingleses e americanos. Os especuladores fartaram-se de comprar d’isso porque eram negociados a juros muito altos. Agora, se houver incumprimento (por exemplo a Grécia sair do euro), os principais prejudicados são esses bancos e seus clientes, a quem eles venderam esses produtos como coisas seguras e rentáveis (boa galinha por pouco dinheiro).

A proposta do Alexis Tsipras parece ser o mal menor, que consiste em transformar as atuais obrigações em obrigações perpétuas. É como se tu não tivesses dinheiro para pagar a tua casa ao banco e propusesses ao banco transformar o juro em renda de casa por uns tempos, até teres dinheiro para voltar à situação atual (todos os meses pagares juros + parte do capital).

Assim o que pagas ao fim do mês é menos, porque o risco para o banco é muito menor, e o banco tem sempre a esperança de um dia, se voltares a ter mais dinheiro, vir a cobrar a parte do capital. Se morreres, a casa fica para o banco. Portanto é bom para ti e bom para o banco (relativamente à situação de parares de pagar a prestação e ficares dentro da casa até seres corrido pelo tribunal).

Acresce que esta proposta grega significa; se a dívida de guerra contraída pela Alemanha tivesse sido materializada em obrigações perpétuas, a 0% de juro (condições de amigo), hoje a próspera Alemanha não tinha como evitar pagar o capital que deve à Grécia (e a muitos outros países)... Porém, o que está a acontecer é que, não só não paga como não aceita perdoar à Grécia aquilo que ela lhe perdoou há 70 anos!!!
Já é ser Cara de Pau!

10 janeiro 2015

Atentados Paris




Andaram três religiões, durante séculos, a explicar ao bicho-homem que só seria civilizado se não matasse, não cometesse adultério, não roubasse, não praticasse falso testemunho, não cobiçasse mulher do próximo ou a vivenda aonde ele mora, ou a empregada que ele tem, ou o boi ou o jumento que ele tem (Deuteronomio 5), para depois vir um jornal semanário ridicularizar esta e outras mensagens importantes que transformaram o bicho-homem em homem. E fazem-no com o fito de ganhar dinheiro a alegrar os consumidores néscios de barriga cheia que vivem muito acima das suas possibilidades à custa de roubarem descaradamente os povos pobres, pelo mundo fora. Consumidores que se babam de prazer a ver a Casa dos Segredos, a ouvir Quim Barreiros (o artista preferido nas festas de estudantes das universidades), a ver no Youtube as músicas da Rosinha, ou, espante-se, a ver filmes pornográficos na NET! Para além, claro está, de se deliciarem com os cartoons que ridicularizam tudo e todos, incluindo profetas e religiões…

Além disso estes consumidores leem jornais e veem telejornais e artigos de opinião aonde só se dizem mentiras ou, quando muito, semiverdades. Consomem OPINIÃO. Depois vão votar certinhos (menos de 50% deles) nos partidos que são os seus, exprimindo as suas opiniões através do voto…

E os poderes instituídos chamam e isso liberdade de expressão e de informação.

Consumidores que, para além disso, roubam à descarada (as Finanças e muito mais), cometem adultério frequentemente, praticam falso testemunho muitas vezes, cobiçam grande parte das mulheres dos outros, e o carro deles, e a casa deles, e o burro deles se o tiverem, etc., sem que sejam incomodados pelo DCIAP ou pelo Ministério Público (com exceção do preso 44, claro está!). Só são chateados quando matam, e nem sempre.

E os poderes instituídos chamam a isto Estado de Direito.

Porém, em países aonde não existe DCIAP ou Ministério Público, impera a lei do cacete, ultimamente substituído pela espingarda, e bazuca (por enquanto não têm acesso ao drone), sentem-se no direito de perseguir fora das suas fronteiras e punir iniquidades lá praticadas que os afetam. Direito esse, emergente do direito comparado internacional, aonde se tornou banal, e passou a ter força de lei, que os países pratiquem a punição além das suas fronteiras, com toda a naturalidade, sem considerarem que estão a violar a Lei Internacional.

E os poderes instituídos chamam a isto de terrorismo quando é praticado no seu território, e chamam de defesa da democracia quando é praticado no território dos países que não têm DCIAP.

400 cidadãos daqueles países que não têm DCIAP, entram em cada dia que passa no espaço Schengen, sem saberem comunicar por palavras ou por escrita, sem dinheiro, sem formação profissional. Veem juntar-se aos filhos de emigrantes que por cá andam, os quais exibem com orgulho a nacionalidade europeia mas que continuam sem perspetivas de integração. Todos formando um exército de milhões de indivíduos suscetíveis de serem recrutados com naturalidade como jihadistas.

Será bom de imaginar como os Poderes Instituídos vão descalçar esta bota.

O Islão não tem nada a ver com isto.

29 dezembro 2014

Violência Doméstica, deve afastar-se o agressor?


A Lei Natural é eloquente quanto à forma de proceder quando um animal se confronta com outro que denuncia intensões de ataque: A potencial vítima ou ENFRENTA ou FOGE.

Os Homens/Mulheres capazes de ações violentas contra pessoas que lhes estão (ou estiveram) na esfera dos afetos são BESTAS. Atuam irracionalmente, desprezando as consequências dos atos que praticam, pelo que não há lei que possa prevenir esses ataques. Lei pressupõe racionalidade.

Aconselho-o, portanto; se alguma vez tiver dúvidas bem fundamentadas que alguém o quer violentar por ciúme ou por outros motivos irracionais, FUJA PARA LONGE! Ou então compre um coldre e uma pistola carregada e ande sempre com ela à cintura... pode ser que tenha a sorte de ser o primeiro a acertar.

24 dezembro 2014

Natal


Caros irmãos,
aproximamo-nos a minutos largos do Dia da Sagração do Pecado*, o Natal.
Desejo a cada um de vós assim como a mim mesmo, a remissão total de seus pecados, isto é, o “reset” dos pecados de cada um a 26 de Dezembro!
E que o ano de 2015 seja isento de pecados. Na parte que me toca (não sou cristão), relativamente a este objetivo, adotarei a estratégia comportamental sugerida recentemente numa revista da especialidade, que consiste em comer logo de manhã, todos os dias de 2015, um iogurte Activia, seguido de um trago de whisky Jhony Walker, prática essa que, espero, me restituirá a inocência dos cavalos que puxam o coche da Rainha de Inglaterra os quais, não obstante estarem ao serviço da rainha mais poderosa do mundo, vão evacuando e andando… Os inocentes não pecam.
Abraços apertados

Manuel
(*) Mais que não seja, estamos enfermos do Pecado Original que, a bem dizer, não é mais que a falta a nós imputada de termos nascido num mundo imperfeito e não sabermos ou não podermos (ou as duas coisas) torná-lo melhor.

28 novembro 2014

Enriquecimento ilícito


Só é inversão do ónus da prova se o legislador o quiser.

Quando uma pessoa detém um património maior que aquele que seria de esperar, as Finanças podem sempre perguntar-lhe a proveniência do dinheiro que pagou esse património, depósito a depósito, conta bancária a conta bancária (não devia ser legítimo comprar um mercedes ou um prédio com notas de banco). As entradas de dinheiro indiciam transações que são sempre taxadas pelo Estado. (o patrão pagou um prémio que não passou pelo recibo de ordenado, o cliente pagou um serviço sem receber fatura, etc.).

O fisco pode perguntá-lo legitimamente, para aferir se os impostos dessas transações foram pagos ou não. E pode perguntar também sobre pagamentos a terceiros para aferir se houve ou não lugar a pagamento de impostos. Havendo pode pedir o comprovativo desse pagamento.

Se o felizardo não souber explicar a proveniência do dinheiro, levanta suspeitas de atividades ilícitas. Tem então que ser investigado, porque ninguém dá nada a ninguém, e quando dá deve pagar imposto de sucessões e doações.

O problema todo está no sigilo bancário que, pelos vistos já não é hoje o que foi outrora. Até os bancos suíços já dão à dica sobre as contas dos clientes...

Em vez da lei do enriquecimento ilícito devia haver alterações legislativas que tornassem mais transparentes os fluxos de dinheiro, nas empresas e nas pessoas singulares. As transações imobiliárias, viaturas, joias, etc. deviam ser registadas fazendo referência ao documento bancário de pagamento. E devia ser proibido transaciona-las a dinheiro vivo.

É ridículo ver textos de escrituras, no século XXI, que rezam: "O Sr. Vendedor declara que vendeu o apartamento por 100.000 euros, quantia que já recebeu na íntegra". Jurássico!

26 novembro 2014

Operação Marquês


Calma camaradas! temos que ter esperança!  O guarda-redes do adversário é anão!
A Operação Marquês, que tem este nome para fazer lembrar os Távoras e os jesuitas ( e não a  rua Braancamp), pode vir a revelar-se um grande safanão nos votantes indecisos. Se isso acontecer, não será nada mau para o PS.

19 novembro 2014

O muro de Berlim 1/4 de século depois...

1/4 de século depois... ainda impera a narrativa oficial do que se passou na Alemanha nazi. A narrativa dos vencedores.

Penso que isso contribui muito pouco para o entendimento do fenómeno nazi, partindo do princípio que o povo alemão (e dos países à volta) não é um povo de facínoras sádicos.

Como se justifica cientificamente o facto de grandes percentagens das populações da europa central não gostarem de judeus, no início do século XX? (na vasta literatura produzida no século XIX, por exemplo na Rússia, os judeus aparecem sempre como alguém que sabia enganar os incautos em questões que envolvessem dinheiro ou outros bens. Ao mesmo tempo os mesmos judeus apareciam como os mais aptos em questões de ciência).

Como se justifica cientificamente o facto de as nações ocidentais que assinaram o tratado de Versailles não terem atuado rapidamente quando Hitler começou a desrespeitar descaradamente as cláusulas desse tratado (Inglaterra, EUA, França, Itália)?

Como se justifica cientificamente o facto de os narradores da história nazi raramente referirem as relações subjetivas entre o movimento socialista soviético e o movimento nacional-socialista? Não haverá uma relação íntima entre o medo do comunismo (que avançava em passos largos na Rússia) e a tolerância dos povos da europa aos movimentos totalitários anti-comunistas (Hitler, Mussolini, Franco, Salazar)?

Penso que estas são as questões que devem ser investigadas se quisermos compreender o que se passou na primeira metade do século XX. Essa compreensão é fundamental para atuar no sentido prevenir que aventuras semelhantes se repitam.

15 fevereiro 2014

EMOÇÕES

Sentimos com o corpo. As emoções são quadros de sensações múltiplas provenientes de todo o corpo; pele membros, vísceras, nas quais o coração e o estomago têm um papel muito relevante.
Recordar é o ato de fazer o nosso corpo “imitar” um quadro de sensações registado em memória.
Quando pensamos que amamos alguém estamos a interpretar racionalmente, conscientemente, o quadro de sensações que reconhecemos estarem presentes no nosso corpo quando encontramos esse alguém e temos prazer, quando convivemos com ele ou até mesmo quando pensamos nele e temos prazer. Quando, mais tarde, julgamos que afinal nunca tínhamos amado, esse julgamento é ainda uma interpretação racional do estado do nosso corpo no momento em que pensamos a relação com o outro. Se o nosso corpo não reagiu a esse pensamento, repondo uma imitação do estado físico que eu interpreto como amor, então o reconhecimento desse facto é que é “julgar que nunca amei”.
Quando nos emocionamos acima de um determinado limiar de intensidade, em situações de prazer físico ou intelectual ou em situações de dor física ou intelectual, é o nosso corpo que decide se e como guarda em memória esses quadros de sensações. E faz isso durante o sono.
Por isso achamos que tínhamos esquecido e afinal não tínhamos(!). É que a memória das emoções é gerida mais uma vez pelo corpo, segundo um mecanismo independente da nossa vontade.

Pensar que temos capacidade de decisão gerida pela razão, em consciência, é uma ilusão..

01 maio 2013

FALTA DE CRÉDITO

O que pensam os empresários das indústrias transformadoras sobre a origem das dificuldades com que se debatem:




 Afinal não é de falta de crédito que eles se queixam

25 abril 2013

25 de Abril de 2013

Só quem viveu de perto o 25 de Abril de 1974 compreende o verdadeiro significado desta esta imagem...